Olá meus amigos. É um grande prazer estar aqui dividindo minhas novas experiências de cada dia. Primeiramente, deixe-me apresentar direito: Meu nome é Caio, sou um médico brasileiro e residente no Brasil. Estou criando esse blog por "n" motivos os quais prefiro deixar vocês descobrirem com o tempo. Porém dois deles eu não podia deixar de citar aqui: 1º é importante todos terem uma idéia de como a medicina é praticada do nosso país, observar os prós e os contras para que então possamos reivindicar nossos direitos de forma clara e limpa. E 2º, e mais importante motivo, pelo meu prazer pessoal de ter um blog. Pode parecer bobagem, mas isso que estou pondo em prática agora com essa primeira postagem é fruto de diversas reflexões que venho tomando enquanto funcionário do SUS e no espaço de tempo no qual venho exercendo essa profissão que a cada dia avança mais em qualidade e (talvez) em ética por parte dos profissionais.Ética. Palavra boa de se ouvir, dura de se falar. Ela é rígida... dentre as palavras da nossa língua é uma das que mais tem moral. Minha concepção acerca da ética mudou bastante durante meu curso de medicina e, uma vez já formado e exercendo a profissão, ela passou a ter um novo significado. Eu não a vejo mais apenas como um conjunto de responsabilidades e deveres morais que nós profissionais de saúde devemos ter em relação aos nossos pacientes. Olhando do ponto de vista real, ela parece mais uma rainha que tenta governar milhões de funcionários, mas que sempre tem algum que escapa às suas regras. Ela ultrapassa a membrana do Quero, Posso e Devo... ela chega também ao que Tenho! E disso meus amigos, vocês podem tirar a interpretação que quiserem.
No mais, levando em conta a ética a qual somos expostos desde quando crianças e pedimos mais de um doce depois do almoço, tendo na maioria das vezes levado um "NÃO!" bem grande, vos digo que as informações dos casos aqui apresentados preservam a identidade da população, evitando expor suas intimidades e que esse blog tem apenas a finalidade de difundir o conhecimento e não o problema de um indivíduo especificamente. Além disso, quero que minhas críticas sejam respeitadas, pois como cidadão tenho direito que minha voz seja ouvida. Uma vez que eu perceba que me equivoquei ou cometi algum erro com relação ao que quer que seja eu irei me retratar de forma limpa.
Bom... vamos à luta.
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